Star Wars: Legends of The Force
 
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 Órbita de Endor

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Carth Was Besper
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MensagemAssunto: Órbita de Endor   Seg Set 11, 2017 7:08 pm

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Carth Was Besper
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Seg Set 11, 2017 7:35 pm

Algumas poucas naves republicanas navegam entre os destroços da batalha que ocorrera a apenas dois meses. Um pouco mais ao longe era possível ver apenas a silhueta do que era a Segunda Estrela da Morte, sendo possível visualizar o contorno de uma parte do gigantesco prato que rodeava o raio destruidor da estação bélica. Porém, igual sua antecessora, essa Estrela da Morte não passava de apenas escombros atrapalhando na navegação sob a órbita do planeta.

Porém, do hiperespaço, chega um Imperial Star Destroyer, próximo ao campo de destroços, mas longe o bastante para que não se chocasse com eles e adicionasse a nave aos milhões de escombros já existentes. O pânico inicial das naves republicanas presentes logo passa ao identificarem a nave como uma aliada, capturada naquele mesmo local durante a Batalha de Endor. Na ponte de comando, a capitã da nave, Lyene ouvia os relatórios de seus oficiais após terem concluído a viagem, quando o almirante Besper chega ao seu lado. Olhando pelas vidraças da ponte, ele diz:

[Carth Was Besper]
– Muitas vidas foram perdidas nesse exato local para que nós pudéssemos estar onde estamos.

A capitã olha para Besper, e então pela vidraça, contemplando a lua e os destroços logo acima dela. Após alguns momentos de silêncio, ela diz:

[Lyene Haven]
– Que seu sacrifício não seja esquecido. Faremos o melhor dele, senhor.

Carth assentiu e, antes que a mesma voltasse para seus afazeres, perguntou:

[Almirante Besper]
– Você estava presente na batalha, capitã?

[Capitã Haven] – Sim Senhor.

[Almirante Besper] – Qual nave?

[Capitã Haven] – O Pride of Corellia, senhor.

[Almirante Besper] – O CR90 que se jogou no Star Destroyer... qual o nome?! Vehement?

A capitã se calou por um momento, antes de responder com uma voz baixa:

[Capitã Haven]
– Sim senhor.

Carth continuou contemplando os destroços por mais alguns segundos, antes de se virar para ir embora, mas não antes de dizer para a capitã:

[Almirante Besper]
– Bom trabalho.

A mesma lhe deu um leve aceno, e continuou seu trabalho na ponte de comando enquanto Carth saía. Andava lentamente pela nave, acenando para alguns dos tripulantes, cumprimentando outros, até chegar no hangar abaixo da nave. Lá, a mesma RM-09 que o escoltara para o "Emancipator" o aguardava, com dois soldados prostrados um de cada lado da rampa de acesso. Após o almirante entrar, os soldados o seguiram, e não demorou para que a shuttle decolasse. Saindo do hangar, começara a atravessar o campo de destroços, logo sendo escoltada por 2 X-wings que faziam a ronda sob a órbita de Endor. Em velocidade de cruzeiro, a shuttle entrou na atmosfera do planeta, deixando os dois caças para trás.
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Carth Was Besper
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Ter Out 03, 2017 7:05 pm

A mesma RM-09 que levara Carth à lua de Endor retornava da mesma, indo na direção do Emancipator. O imponente Star Destroyer orbitava o planeta natal dos Ewoks logo acima da única base da Nova República no local. Mantinha sua proa virada para a saída de hiperespaço mais próxima, que ainda assim se encontrava longe o bastante para não estar em seu alcance de tiro. Como se encontrava logo acima da base, a nave estava consideravelmente próxima dos destroços resultados da Batalha de Endor. Porém, longe o bastante para não sofrer quaisquer danos oriundos dos mesmos.

A RM-09 se aproximava do
Emancipator, adentrando a nave pelo hangar que ficava abaixo da mesma. Da nave, saiu o almirante Besper, que se dirigiu diretamente à ponte de comando com um datapad em mãos. Enquanto andava pela nave, se lembrou de foi promovido ao rank de oficial e serviu no Imperial II-class Star Destroyer Avenger quase uma década antes da Batalha de Endor. Não conseguia afastar o sentimento de nostalgia, já que os corredores que percorrera há 12 anos eram idênticos ao desta nave.

Ao chegar na ponte de comando, se aproximou da capitã, Lyene Haven, e disse:


[Carth Was Besper] – Atualização de status da nave, por favor.

[Lyene Haven] – A nave conta com total tripulação e complemento de caças. Escudos, armas, e sistemas de guerra eletrônica estão totalmente operantes. Atualmente, estamos em Condição 3.

O almirante se aproxima da mulher e lhe entrega o datapad, dizendo:

[Almirante Besper]
– Envie estas ordens para o comando em Mon Calamari. Eu quero elas cumpridas imediatamente.

[Capitã Haven]
– Sim senhor.

A capitã então se dirige às “trincheiras” da ponte, onde estão quase todos os oficiais da ponte de comando, que ajudam no gerenciamento e manutenção da nave, ou, quando em combate, evitar que todos ali dentro morram, assim como garantir que o mesmo não aconteça aos inimigos. O almirante então observa toda a movimentação ali, se lembrando de seus tempos de jovem oficial, quando estivesse capitaneando seu próprio Star Destroyer. Naquela época, nunca iria imaginar que iria comandar este mesmo tipo de nave contra seus criadores. Aquilo o animava de uma maneira que até ele mesmo estranhava. Dando um leve sorriso, foi em direção às vidraças da ponte, contemplando  os destroços da batalha que lutara ali pouco tempo atrás.
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Thimo Vzhul
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Qua Out 04, 2017 12:45 pm

* A nave de Thimo surge saindo do planeta Endor e preparando-se, em seguida, entra no hiperespaço rumo a Ossus.*
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Drae Kzin
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Qua Out 04, 2017 5:25 pm

Ao longe do planeta, uma VCX-700 sai do hiperespaço, aproximando-se da lua florestal de Endor. A nave corelliana contava com todos seus sistemas ativos, incluindo os escudos defletores. A velocidade era constante e contida, com um vetor de aproximação direto para a superfície, ignorando as naves em órbita.

Enquanto sua nave se aproximava, Drae já havia escondido ambos os sabres de luz que possuía em compartimentos próprios na sua armadura. Sua nave emitia o sinal de ID "X4-8L4U". Através de sua telepatia natural, o saarai sentia a inquietação na mente do Defender que o acompanhava.


-- Já basta quem faz minhas postagens ser ansioso... não preciso que você fique assim também... -- Resmungou, olhando para o console de comunicações. Por mais que a Aliança Rebelde, normalmente, não fosse dada a burocracias como o Império não tão Galáctico, Drae imaginava que logo entrariam em contato. -- Relaxe. Concentre-se no aqui e agora. Já vi um filme que um grande mestre dizia isso. Tudo bem que ele morreu, mas a menos que o almirante tenha lido outros tópicos, estaremos bem.

A cara de confuso do defender foi o suficiente para Drae sorrir e colocar o elmo de seu capacete. Incomodava ficar com os tentáculos retraídos na bochecha, mas era necessário. Enquanto esperava resposta, deixou a nave flutuar para onde deveria ir.
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Reborn
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Qui Out 05, 2017 10:02 pm

Vindo da principal saída de hiperespaço, distante o suficiente do alcance da nave imperial roubada, saiu um grupamento do Império. A vanguarda da frotilha era composta por uma nave muito similar ao destróier da classe Império-I, porém tinha uma blindagem mais robusta em detrimento de seus hangares. Apenas observando a nave não seria fácil identificar como sendo um modelo Tector

Abaixo da nave da vanguarda, um pouco atrás dela, estava uma fragata da classe Vindicator. Curiosamente, ela estava com a parte ventral virada para o ventre da nave de vanguarda da frotilha. Flanqueando elas, saíram uma Carrack e uma Raider de cada lado, com o lado ventral virado para as laterais da Tector. Um pouco acima da maior nave da frotilha, um pouco atrás, três Marauders deixaram o hiperespaço alinhadas, sendo a do meio configurada para lançamento de mísseis de Diamante Boron.

Estranhamente, o grupo de caças não deixou os hangares das naves, mas saiu do hiperespaço, atrás do conjunto de naves e ao redor da última grande nave da frotilha: Um Immobilizer 418. Logo que esse grupo saiu do hiperespaço, o campo de massa sombria foi ativo pelo interditor imperial.

Os caças, compostos por 60 TIE Hunters, 40 ARC-170 e 32 TIE Defenders, ficaram inicialmente à uma baixa velocidade atrás das naves maiores. Os caças da série ARC ativaram, junto das demais naves maiores, seus Sensor Jammers, começando a suprimir os sensores e comunicações da Aliança. Todas as naves imperiais deixaram o hiperespaço já ativando escudos e, enquanto isso, dez TIE Hunters avançaram com seus S-Foils em posição de ataque na direção da nave rebelde de transporte, que estava tentando deixar o sistema e havia sido interditada pelo Immobilizer imperial. À princípio, usando sua alta velocidade e agilidade, as naves atacavam usando os canhões iônicos, utilizando os lasers normais apenas contra os propulsores dela.

Simultaneamente com o avanço inicial, 12 dos caças restantes de cada modelo avançaram contra o destróier rebelde, indo em altíssima velocidade, abaixo da linha da nava da aliança. Para aumentar a velocidade, as TIE Defenders dessa leva haviam direcionado a energia dos raios tratores para os propulsores, chegando a uma incrível velocidade enquanto os propulsores das asas permitiam manobras evasivas eficientes quando necessário. Logo atrás estavam as TIE Hunter que, apesar das naves mais rápidas ali, mantinham já os S-foils abertos. Mais atrás as ARC-170 mantinham os embaralhadores de sensores ativos. Logo que possível, os 36 caças iniciais dispararam mísseis e torpedos contra o ventre do destróier usado pela Aliança, mirando principalmente na entrada dos hangares.

Durante esse meio tempo, a Marauder do meio começou a disparar os mísseis contra a nave rebelde, fazendo-os também ir por baixo, mas sendo que metade dos mísseis disparados passaram direto do hangar, indo para baixo dos propulsores principais da nave.

Daquela posição, as grandes naves imperiais, distantes o suficiente para deixar pequenas brechas entre suas bolhas de escudos defletores, concentraram parte da energia da propulsão principal para os turbolasers pesados, apenas o suficiente para aumentar o alcance de modo que mesmo dali, onde teoricamente não havia alcance de tiro energético, fossem capaz de alvejar a nave maior rebelde. As exceções dessa manobra eram as naves maiores que não possuíam turbolasers pesados, e a Immobilizer 418 que transferiu parte dos propulsores principais para reforçar os escudos.
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Carth Was Besper
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Sab Out 07, 2017 1:33 am

O almirante observava enquanto a nave cargueiro que transportava os jedi saía do planeta, em direção ao espaço. Porém, é interrompido, quando uma oficial diz:

[Oficial 1]
– Nave não identificada saindo do hiperespaço Pelas ondas emitidas, é uma nave pequena, provavelmente um cargueiro.

[Liene Haven] -  O que um cargueiro está fazendo aqui? Foi amplamente divulgado na HoloNet que Endor é um espaço fechado para naves civis.

Após alguns segundos de silêncio, a nave sai do hiperespaço, revelando ser a VCX-700 de Drae, fato desconhecido por todos ali no momento, aparentando ser apenas um cargueiro comum. A capitã da nave, ainda em um dos poços da ponte de comando, se aproxima de uma tela, onde a oficial analisa a nave. Rapidamente diz:

[Capitã Haven]
– Abra um canal de comunicação com nave, demandando sua identificação e que pare imediatamente seu avanço, e mande 2 X-wings para intercepta-la...

O almirante Carth, que se aproximou da posição onde estava a capitã, a interrompe com uma voz forte, dizendo:

[Carth Was Besper]
– Não. Eles obviamente sabem que Endor é um espaço restrito, portanto, estarão prontos para atacar. Mandem um esquadrão inteiro de X-wings para a interceptação, e ordene que atirem caso o cargeuri não acate nossas ordens.

[Capitã Haven] – Sim senhor.

A capitã olha para a oficial e lhe dá um leve aceno com a cabeça, e esta imediatamente passa as ordens do almirante para o controle da ala aérea da nave. O almirante decide caminhar de volta para próximo às vidraças da ponte de comando e, quando estava na metade do caminho, é interrompido novamente pela mesma oficial:

[Oficial 1]
– Senhor, uma frota está chegando do hiperespaço.

[Almirante Besper] – Finalmente. Preparem nossa nave para...

[Oficial 1] – Senhor, não são naves republicanas!

Besper a encara com um tom sério, e permanece em silêncio por dois segundos, quando parece acordar repentinamente, e começa a esbravejar ordens para todos que possam oouvir:

[Almirante Besper]
– Coloque a nave em Condição 1 imediatamente. Lance todos nossos X-wings e A-wings, e direcione a energia das armas para os motores e escudos. Mova o Destroyer de modo que o campo de destroços fique entre nós e a frota inimiga.

[Capitã Haven] – Emita um alerta para o cargueiro dos jedi. Avise-os para recuarem imediatamente!

Vários oficiais começam a correr de um lado para outro e um alerta sonoro começa a soar por toda a nave, enquanto a capitã Haven sai do poço de onde estava e vai para o lado de Carth. A visão da vidraça começa a mudar, com o planeta aparecendo a bombordo da nave. Com quase toda a energia das armas direcionada, a nave começa a avançar lentamente, em paralelo aos destroços, de modo que estes se encontrem entre o Emancipator e a frota inimiga. Após alguns segundos após Besper dar as ordens, a frota imperial surge do hiperespaço. Imediatamente, inicia seu ataque. A primeira onda de ataques que os atingiria seriam os mísseis Diamond Boron, que logo foram reportados por um jovem oficial em um dos poços da ponte:

[Oficial 2]
– Senhor, mísseis vindo na nossa direção. Analisando trajetória... Metade deles indo na direção da baía do hangar, e metade nos motores.

[Almirante Besper] – Droga. Quantos caças temos no ar?

[Capitã Haven] – O esquadrão de X-wings destinado a interceptar o cargueiro, e o último de um esquadrão de A-wings acabou de sair.

Carth hesita por apenas um segundo antes de dizer:

[Almirante Besper]
– Ordene que mais nenhum caça saia, e manobre a nave de modo que o hangar fique na direção oposta à frota imperial. Não se preocupem com os motores. Esses mísseis são especializados em destruir caças. Contanto que não continuem por muito tempo, não teremos problema.

A capitã assente, e então repassa as ordens do almirante aos oficiais responsáveis. O Emancipator, que até então estava manobrando para colocar seu estibordo na direção da frota imperial, começa a baixar este, de modo que apenas a parte de cima da nave seja visível para as naves imperiais. Porém, como é uma nave grande e lenta, o Star Destroyer demoraria um pouco para finalizar a manobra. Ainda analisando a situação, Carth vê os caças imperiais vindo em sua direção, alguns muito mais rápido do que o esperado.

[Almirante Besper] – Como estamos com nossas comunicações?

[Capitã Haven] – Tentaram bloquear as nossas, mas já estávamos com nossos sistemas de guerra eletrônica ligados. Após o blackout inicial, já retomamos as comunicações com todos os caças e o exterior. Já enviamos um alerta a todos os canais militares republicanos.

[Almirante Besper] – Ordene que cada X-wing faça um par com um A-wing, voando atrás para se aproveitar dos jamming sensors deles. Não quero nenhum caça imperial se aproximando de nós.

A capitã assente novamente e, já ao lado do posso, continua repassando as ordens. Os caças então, se reorganizam como Besper ordenara. Um A-wing à frente, e um X-wing atrás. Os A-wings ativam seus 4x-Phantom sensor jammers, deixando esses caças praticamente invisíveis a quase todos os sensores dos caças inimigos (principalmente os de mira), acabando com uma das grandes vantagens dos TIE Defendes, que dependiam de seus sensores para usar a todas as armas simultaneamente. Usando a estratégia do almirante, os X-wings navegavam logo atrás das A-wings, pegando embalo nos jamming sensors de seus aliados. Apesar de não poderem contar com essa vantagem no curto alcance (e durante as dogfights), isso impedia que qualquer caça rebelde pudesse ser abatido a um longo alcance, ao contrário dos caças imperiais (com exceção dos ARC-170).

Os dois esquadrões se dirigiam aos caças imperiais que estavam em rota de interceptação ao
Emancipator. Como os TIE Defenders estavam em velocidade incrivelmente superior (apesar de ainda haver um bastante espaço entre o ponto de partida destes e os republicanos), inicialmente entrariam no combate sozinhos. Os A-wings e X-wings primeiramente disparam à distância todos seus Concussion Missile Launcher e Proton Torpedo Launcher (respectivamente) contra este grupo de caças, sendo dois mísseis e dois torpedos de prótons para cada um dos TIE Defenders. Como a distância era rapidamente coberta pelos caças dos dois lados, houve tempo apenas para um ataque deste tipo, antes do engajamento começar.

Ao encontro dos caças dos dois lados, os A-wings investem contra os TIE Defenders, enquanto as X-wings passam reto, imediatamente indo de encontro aos TIE Hunters e ARC-170. Como, neste momento, a distância das X-wings para os TIE Hunters era muito menor que a distância inicial que tinham em relação aos TIE Defenders antes de entrarem em combate, os caças republicanos não tiveram tempo de atacar primeiro com seus torpedos prótons, como fizeram anteriormente, iniciando imediatamente um dogfight acirrado, em uma proporção de dois para um. Apesar de levarem vantagem em ralação aos ARC-170, que eram mais lentos, batiam de igual contra os TIE Hunters, o que, em pouco tempo, poderia reverter para um sério revés ao esquadrão republicano.

Paralelo ao combate dos caças, na ponte de comando, a capitã avisa:

[Capitã Haven]
– Senhor, as naves imperiais estão nos alvejando a essa distância. Escudos caíram a 95%.

[Almirante Besper] – Não se preocupe. Apesar de terem seu alcance aumentado, os tiros vêm mais fraco, principalmente os das naves menores, que já possuem alcance menor. O único que pode nos causar um dano real dali é aquele Star Destroyer. Para nos machucar, terão de chegar mais perto.

O almirante recebe um datapad de um oficial, de onde passou a analisar os dados da batalha. Olhando rapidamente por ele, volta a contemplar lá fora, de onde, pela vidraça, conseguia ver apenas no canto as forças imperiais e a batalha entre os caças, enquanto sua visão se modificava devido à manobra executada pelo Star Destroyer.
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Thimo Vzhul
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Dom Out 08, 2017 1:20 pm

*Interrompido pela investida imperial, Thimo se espanta ao ver a enorme frota do império e dá meia volta rumo às proximidades da frota Republicana. Ativa seus escudos ao máximo e emite algumas ordens.*

- Pela Força! Sempre tem que ter uma pedra no caminho! Stark, por favor, assuma o controle, sabe que sou péssimo em batalhas espaciais. Vou para os canhões. R2 não é? Ajude o meu amigo aqui e mantenha a nave inteira, ok? E você dourado...ahmm, só fica quieto ok?

*Nesse momento, Thimo envia uma mensagem ao Almirante Besper.*

Comlink
Ei Almirante. Parece que tivemos uma pequena mudança de planos em nossa viagem. Portanto vamos ficar por aqui e ajudar. Estou tendo uma pequena idéia. Sabe aquele Destroyer com Gravity Well? O que você acha que meu amigo e eu...digamos, desativarmos aquele troço?

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Drae Kzin
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Seg Out 09, 2017 8:44 pm

Drae mantinha o curso casualmente de sua nave até que alguém entrou em contato com a nave, ordenando o interrupção do avanço da nave. Assentindo para o outro jensaarai que o acompanhava, Drae desacelerou até que a nave ficou apenas orbitando inerte, esperando as X-Wing chegarem perto.

Logo que os sensores hiperespaciais começaram a apitar, Drae levou a mão ao rosto, fazendo um facepalm


-- Maldito cabeça de lata... -- Pensou em voz alta.

O saarai acionou o Sensor Jammer de sua nave enquanto ativou os propulsores de manobra, primeiro acelerando de maneira vertical para "cima" na perspectiva da sua nave, enquanto rolava para direita, ficando de cabeça para baixo em relação aos X-Wing. No momento que saiu do vetor de aproximação dos X-Wing, acelerou para frente e começou a ir na direção do destroyer controlado pela Aliança Rebelde, usando os pós-combustores da propulsão para ir mais rápido.


-- Aqui é Xonder Lacos, coletor e emissário do planeta Nox. Solicito abrigo contra a frota imperial... -- Falou da forma mais desesperada que podia.

Sem esperar resposta, Drae fechou o canal de comunicação e passou os controles para seu copiloto, enquanto checou os níveis de oxigênio que teria com sua armadura pressurizada, estando com os tanques no máximo de capacidade. Correu até a rampa de carga, que ficava com a saída para trás, abaixo da seção da cauda da Kurow. Esperando ali, Drae pegou um dos seis powerpacks que ficavam ali para emergências e colocou nas costas. Sendo atualizado via comlink interno da armadura, Drae sabia que seu amigo, Kyz Lomark, estava manobrando conforme instruído.

A Kurow estava em um vetor de aproximação que, em teoria, iria de fato para o hangar da nave neorepublicana. Porém, devido o modo como o destroyer havia sido manobrado, seria necessário passar pela parte superior da nave capitânea da Aliança. Quando próximo o suficiente, Kyz deu uma guinada, de modo que a nave passaria rente à ponte de comando do ISD controlado pelos rebeldes. No momento que o vetor foi estabelecido, Drae falou para seu amigo:


-- Manobra hairy suffer

Sem dizer mais nada, Drae abriu o compartimento de carga que, por padrão, ativava um escudo antidespressurização (estilo aqueles de hangar) e saltou para fora da nave, enquanto Kyz guinou para se distanciar do casco da ISD. A inércia manteve Drae indo contra o transparaço da ponte de comando do destroyer rebelde, enquanto ele se concentrava na Força e tudo ao seu redor, consciente do contador regressivo de oxigênio no canto da interface holográfica da armadura.

Usando a powerpack, Drae desacelerou e tocou no transparaço da ponte de comando, dando um tchauzinho para a tripulação, enquanto na verdade estava concentrado em visualizar os pontos fracos¹ do material. Logo as microfissuras, resultado da forja do material e seu uso, foram visíveis para o jensaarai que então forçou o ponto de ruptura delas com a Força¹.

Logo que a ponte foi despressurizada pelo rompimento do transparaço, Drae acionou a mochila e acelerou para dentro da ponte antes que as blast doors de emergência fechassem e repressurizassem o ambiente, ativando um de seus sabres de luz com a mão direita enquanto a esquerda já havia impulsionado vários pedaços de transparaço contra a tripulação² durante sua entrada.

Já dentro da ponte, com o sabre ativo, olhava fixo para o almirante, que não devia ser capaz de se mover devido o controle da Força que Drae havia exercido sobre ele³.


-- Alô... criançada...


¹: Shatterpoints (não foram dois usos. Apenas indicando que o que aconteceu foi tudo consequência do uso dele)
²: Ballistakinesis
³: Stasis
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J. Stark
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Seg Out 09, 2017 9:43 pm

É evidente que o Cavaleiro levou um susto com tudo aquilo. Há pouco mais de uma hora estava sentado em sua caverna, pensando que ia comer e dormir como qualquer outro dia há 19 anos. Ledo engano. Agora o seu amigo Cavaleiro Jedi lhe joga na mão os controles de um cargueiro sendo perseguido por 10 TIE Hunters. É claro que ele assumiu o comando o mais rápido possível, já que Thimo abandonou a cadeira de piloto sem escrúpulo algum para falar com Besper.

[Stark (um pouco desesperado)] Ficou ruim da cabeça?! Faz 20 anos que eu não piloto nada!

O Jedi colocou aquela joça na maior velocidade que conseguiu, e começou a fazer manobras pobremente, mas que deviam ser suficientes para evadir a maioria dos tiros. Fazia loopings, giros, e mudava de direção abruptamente. Não sabia se devia fazer isso, mas foi o que lhe passou pela cabeça.

[Stark (falando alto)] Alguém assuma os canhões, eu não posso fazer isso daqui!

Começou a dar ordens para R2-D2 transferir a energia de outros sistemas dispensáveis para os escudos. Era importante, ou poderiam perder seus propulsores logo, que estavam na mira dos canhões de laser das TIE Hunters. Que começassem a rezar que as manobras evasivas de Stark fossem o suficiente para evitar os canhões iônicos.
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Reborn
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Dom Out 29, 2017 9:43 pm


A manobra do almirante republicano não foi um completo anbro. Os escudos resistiram sim, enquanto duraram. Os disparos do destroyer Tector teriam o alcance estendido a custo da potência das armas,raciocínio válido, mas que desconsiderou o redirecionamento de parte considerável da energia dos propulsores para os armamentos de modo a aumentar o alcance sem perda de potência dos canhões. Deste modo, os disparos mantinham sua capacidade de fazer estrago castigando severamente a nave inimiga durante sua manobra. A retirada do destroyer do almirante republicano foi uma saída engenhosa frente ao problema enfrentado. Contudo, levava tempo para mudar de posição, sendo um alvo fácil para o destroyer do Império Galáctico mesmo com os propulsores potencializados pela energia que normalmente serviria para as armas, visto que uma maior força motriz não significaria tanto numa manobra como aquela que demandava curvas, por exemplo. Não esquecendo que o escudo do destroyer sob comando da Nova República estava melhorado também pela transferência de energia, ele pode ter perdido o escudo e estar sob ataque direto ou pode ter aguentado por mais tempo, dependia se seu escudo estivesse generalizado - o que é padrão - ou focado numa direção. No segundo caso, o que é menos provável, exigiria que o ponto de cobertura do escudo fosse acompanhando o destroyer em sua manobra e consequentemente uma equipe muitíssimo bem preparada e treinada neste tipo de tática, sendo pouco provável já que falamos de uma tripulação de guerrilheiros da Rebelião. A nave republicana sofreria ao menos dano suficiente para preocupar a tripulação caso o Império desejasse persegui-los em seu reduto além dos destroços da Estrela da Morte (#Never4give #Never4get). E caso fosse escudo direcionado, teriam uma bela surpresa. Como o foco do escudo estaria, espera-se, na retaguarda para cobrir os propulsores em fuga, o rebeldes abriram brecha para a carta na manga imperial.

Spoiler:
 

Um grupo de 5 TIEs simplesmente surge próximo do destroyer inimigo vindo aparentemente do nada. Eram do modelo Phantom cujo diferencial para superioridade tática no espaço era seu dispositivo para camuflagem de stygium e contra-medidas para evitar detecção de seus transponders. Em outras palavras, o caça é quase impossível de ser encontrado antes de ser revelado ao disparar muitas das vezes de modo certeiro contra sua vítima e voltar às sombras como se nada tivesse acontecido. O esquadrão veio pelo lado vulnerável voltado para a lua florestal que os republicanos esperavam ser seguro e castigou severamente as esferas responsáveis pela geração do escudo talvez a ponto de destrui-los. Destruídos ou não, o dano direto nos geradores somado à pressão do dano potencializado dos disparos dos turbolasers do Império provocariam uma sobrecarga que derrubaria os escudos a tempo dos canhões começarem a avariar os propulsores ¹. Os caças prontamente executaram manobras enquanto voltavam rapidamente para o modo camuflado dificultando serem alvo das torres anti-aéreas. Os misseis diamante boron disparados pelos Marauders também contra o ventre (hangar) os propulsores do destroyer inimigo fariam um estrago muito pior agora. Os dias estavam contados para aquela tripulação rebelde.


Spoiler:
 

Na ponte de comando do destroyer classe Tector o moral se elevou como um fogo no qual foi arremessado um galão de gasolina. Esse combustível tinha nome. Vingança. Estar ali, sobre a mesma lua que há aproximadamente um mês, um mês e meio após a batalha que resultou na morte do Imperador SHEEV Palpatine servia como motivação para ver os vermes rebeldes serem massacrados e pagarem pelos milhares de irmãos, filhos, pais e amigos que foram brutalmente assassinados pelos "mocinhos". Através da vidraça, o almirante Blitzer Harrsk assistia ao combate de camarote liderando as forças imperiais, uma honra que considerava pessoal. Ao seu lado estava outro daqueles peculiares dróides sentinela que prestava atenção a cada detalhe em silêncio.
A esta altura uma disputa de comunicações teve início. A tal prepotente Nova República já devia estar tentando recuperar contato com a galáxia para além do sistema Endor e os técnicos imperiais se empenhavam em manter as coisas como estavam. Sem pedido de ajuda, sem clemência. O almirante Harrsk se aproximou da ala de comunicações onde uma pequena projeção holográfica dos oficiais de cada uma das naves imperiais, além da possibilidade comunicação com os esquadrões TIEs quando necessários.


[Alm. Harrsk] - Capitão Virgilio (Vindicator), iniciar fase 2. Capitão Holt (Raider), Reynalds (Carrack), hora da caça.

O capitão Virgilio, comandante da fragata de classe Vindicator, era o responsável pela coordenação dos esquadrões e naves de suporte nesta batalha. Conforme ordenado, as naves Raider e Carrack avançam no campo de batalha para abater caças inimigos com mais facilidade. Afinal, este era o propósito das mesmas. Os TIE Defenders seriam os primeiros na linha de combate por conta da velocidade superior, sim, e teria sido um massacre se os Defenders não fossem tão manobráveis a ponto de conseguirem dispersar e desviar dos torpedos evitando inclusive dano colateral caso um colega fosse atingido. Manobraram - uns por cima, outros por baixo enquanto outros mais nas extremidas das linhas foram pelos lados - de modo a recuar para trás das linhas de caças imperiais. Deste modo, abriam espaço para que os TIE Hunters disparassem com eficácia contra os X-Wings e A-Wings que agora não podiam contar com os torpedos por conta da surpresa e do recente uso dos mesmos. Alguns TIE Hunters foram abatidos, mas ainda sobressairiam sobre os inimigos, visto que este tipo de caça era famoso "anti-X" dada a sua superioridade contra caças X-Wing. Em seguida, os caças ARCs engajaram contra os caças inimigos que insistiam em vir ao seu encontro e, por fim, as naves Raider e Carrack só precisaram usar seus armamentos, incluindo misseis de concussão, para abater os poucos caças rebeldes que faltavam.

Spoiler:
 

Enquanto isso, no outro foco da batalha, os cavaleiros jedi tentaram sua manobra desesperada. As primeiras manobras até que pegaram de surpresa os pilotos imperiais, a princípio, mas ao contrário dos dois sensitivos que apenas contavam com uma intuição sobrenatural, os azes do Império não custaram a lidar com o voo amador de sua presa. O escudo já havia sido bem castigado, estando de pé somente pela transferência emergencial feita pelos tripulantes do cargueiro. Contudo, os TIE Hunters não tiveram tantos problemas para sobrecarregá-lo, abrindo caminho para os disparos iônicos diretos contra o transporte, mirando na traseira e no dorso, principalmente na antena de comunicações. No calor do momento, os jedi não se atentariam para um disparo final antes do esquadrão do Império se afastar retornando acelerado para a formação defensiva do Tector com o Vindicator a fim de retornar ao hangar do segundo. Para os tripulantes jedi que notaram no navegador de bordo o desarme das comunicações e radares, o esquadrão de TIE Hunters partiram pelos radares dos caças não acusarem mais o transponder do cargueiro. Porém, um rastreador havia se prendido ao casco dorsal do transporte 3-Z.
Na ponte do Vindicator....


[Capt. Virgilio] - Esquadrão Obsidian, vocês copiam?

[OS-72-1] - Obsidian 1, copio.

[Capt. Virgilio] - Estão se afastando do alvo e perdemos o sinal dele, Howlrunner. Relatório.

[OS_72-1] - Alvo marcado, capitão. Câmbio.

[Capt. Virgilio] - Mantenham o curso. - ele agora fala para a projeção holográfica do almirante Harrsk - Alvo marcado, senhor.

[Alm. Harrsk] - Excelente. - murmurou, logo se dirigindo a outro comandante, o responsável pelo Immobilizer 418. - Capitão, redirecione o poço de gravidade para deter aquele Star Destroyer.

[Capt. Khalrrhenx] - Mas senhor... O transporte vai escapar.

[Alm. Harrsk] - Sei disso. Agora, não me faça pedir de novo...

[Capt. Khalrrhenx] - S-sim, senhor!

Assim se fez. O poço de gravidade foi desarmado, liberando o transporte 3-Z dos jedi para partir, e logo seria gerado novamente, agora próximo do destroyer dos rebeldes. Sei o que deve estar pensando, que Carth poderia aproveitar esse tempo para fugir também, mas ele não seria tolo. Afinal, ninguém mandou ele chegar perto de um monte de destroço e ele não se atreveria a calcular hiperespaço dali de perto, até porque as naves imperiais estavam entre Carth e a rota de hiperespaço. Blitzer Harrsk fala para o operador de comunicações.

[Alm. Harrsk] - Comuniquem-nos com aquele destroyer. Vejamos quem é nossa presa.

¹: Foi dito no post do Carth que os escudos caíram a 95%.

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Carth Was Besper
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MensagemAssunto: Re: Órbita de Endor   Qua Nov 15, 2017 8:31 pm

Após os primeiros impactos dos mísseis, a nave tremeu levemente, até que um grande estrondo e um forte tremor, seguido de uma leve redução da velocidade da nave, fez com que Carth esbravejasse:

[Almirante Besper]
– Droga, são mísseis Diamond-Boron. Ligar os Ray Shields imediatamente.

Após alguns poucos segundos, a nave parou de estremecer, apesar de sua velocidade continuar levemente reduzida. Felizmente para os republicanos, o Emancipator não era um Destroyer qualquer. Ainda em serviço imperial, recebeu modificações para operar com velocidade otimizada, fazendo dele mais rápido que as naves-irmãs de mesma classe. Então, mesmo sendo uma nave grande, conseguira completar boa parte da manobra antes mesmo dos primeiros disparos inimigos alcançarem o Destroyer, já que ele começara a se movimentar ainda antes da chegada da frota imperial.

[Capitã Haven]
– Relatório de danos.

[Oficial 1] – Motor auxiliar 3 fora completamente destruído, e os motores auxiliares 1 e 4 apresentam danos moderados, apesar de ainda estarem operantes, assim como os motores principais. O hangar recebeu dois impactos, mas não foram diretos, devido à manobra. Boa parte dos danos foi externa, mas os lançadores de TIE foram danificados severamente.

[Capitã Haven] – E quanto à operacionalidade?

[Oficial 2] – Há destroços no caminho. Levará alguns minutos para que o hangar seja liberado.

[Almirante Besper] – Não se preocupe. Não lançaremos nenhum caça por algum tempo.

O comlink pessoa de Besper toca, e, ao atendê-lo, reconhece a voz de um dos jedi, Thimo. Após o mesmo falar, Carth responde prontamente:

[Almirante Besper]
– Negativo, a escolta deles é muito forte. Recue para a minha posição imediatamente, e pensaremos em algo.

Logo após terminar de falar, uma oficial grita para o almirante e a capitã:

[Oficial 3]
– Senhor, a nave cargueira estranha se identificou como transporte de um emissário do planeta Nox. Estão avançando na nossa direção rapidamente, e pedindo ajuda para socorrê-los.

Carth olha para a jovem espantado, e então esbraveja novamente:

[Almirante Besper]
– Ativem todos os Tractor Beams da nave. Capturem aquele cargueiro imediatamente. Não o quero próximo de nenhuma nave republicana ou do planeta.

Os oficiais de controle de tiro começavam a transmitir a ordem, e em poucos segundos, todos os 10 Tractor Beams do Emancipator se empenhavam em parar o cargueiro. Mesmo que não atingissem o alvo, as diversas tentativas de captura dos Tractor Beams reduziriam a velocidade e mobilidade do mesmo, até finalmente pará-lo. Porém, para isso fora sacrificada mais um pouco da velocidade, desligando os 3 motores auxiliares restantes. A capitã, um pouco confusa, se aproxima do almirante, e o indaga com a voz baixa, quase um sussurro:

[Capitã Haven]
– Senhor, por que mandou capturar o cargueiro? Ele aparenta ser o menor de nossos problemas.

[Almirante Besper] – Não é óbvio? Ele chegou momentos antes da frota imperial, se identificou como emissário de um planeta na qual eu nunca ouvi falar, e em missão diplomática. Por que uma missão diplomática viria a Endor, onde há, no máximo, uma base avançada republicana, ao invés de ir para Mon Calamari, nossa capital? Além do mais, não é estranho o fato de que, havendo dois cargueiros civis em órbita, as forças imperiais avançaram sobre apenas um deles? Por que não o outro, ou os dois?

A capitã olha para Carth, primeiro com um semblante espantado, mas depois em concordância. Porém, sua linha de pensamento é interrompida pela fala de uma das oficiais:

[Oficial 1]
– Senhor, escudos caíram a 60%. Não iremos aguentar muito mais disso.

[Almirante Besper] – Quanto falta para o término da manobra?

[Oficial 1] - Já estamos com o ventre da nave protegido, senhor. Estamos apenas avançando em paralelo aos destroços.

[Almirante Besper] – Muito bem. Retransferir energia dos motores e escudos de volta aos sistemas iniciais. Capitã, preparar ataque Delta.

A capitã assentiu e então desceu para um dos poços da ponte, se dirigindo à área de controle de tiro. Enquanto isso, Carth observava o cenário da batalha. Lá fora, os caças avançavam contra os TIE Defenders, até que estes decidem recuar de volta à linha de caças imperiais. Ao perderem a vantagem numérica, os caças republicanos decidem recuar também, antes de engajarem em combate. Os X-wings iam logo à frente, seguidas pelos A-wings. Estes últimos possuíam canhões capazes de girar em 360°, o que revelava uma desagradável surpresa para qualquer caça que tentasse segui-los.

Porém, novos contatos inimigos surgem logo acima do
Emancipator. Estes alvejam as esferas geradoras dos escudos e, em uma contingência de emergência automática, esta redireciona parte dos escudos para aquela região, com o objetivo de impedi-las de serem destruídas. Como os TIE Phantoms possuem armamento leve, não fora necessário muito para repelir o ataque. Porém, isso fez com que várias partes da nave ficassem desprotegidas temporariamente. Subitamente, os tremores recomeçaram, e a nave perdeu mais potência. Pela ponte, era possível ver os locais atingidos pelos tiros de turbulaser e pelos mísseis, causando até alguns incêndios, logo apagados pelo fechamento das comportas e sistemas das áreas atingidas. Após alguns segundos, os escudos são novamente redistribuídos, e os tremores cessam novamente. Imediatamente, Carth grita:

[Almirante Besper]
– Relatório de danos.

[Oficial 2] – Danos médios nos motores principais 2 e 3, e os motores auxiliares 1 e 4 estão inoperantes. A armadura da nave absorveu a maior parte do impacto, mas houve queda de energia nos setores 13, 15 e 21. Algumas armas normais foram danificadas, e estão inoperantes.

[Oficial 1] – Senhor, escudos estão a 30%, e a velocidade foi reduzida a 70% da capacidade máxima.

O almirante pensa por alguns momentos, antes de dizer:

[Almirante Besper]
– Reduza os motores a 50% da capacidade, e transfira a energia restante para os escudos. Como estamos com as comunicações?

[Oficial 3] – Estão totalmente restabelecidas senhor. Detectamos alguma comunicação interna entre as forças imperiais, o que indica que não fizeram um bloqueio ostensivo de todo o espaço. Então, só procuramos as frequências não bloqueadas, e já estabelecemos contato com o exterior. Estamos enviando alertas desde a chegada dos imperiais, então é apenas questão de tempo até alguém recebê-las.

O almirante assente, e se prepara para dar ordens quando a mesma oficial diz:

[Oficial 3]
– Senhor, estamos sendo saudados pelos imperiais.

A oficial olha para Carth, e todos os outros presentes na ponte o observam de relance. Besper pensa por alguns poucos momentos, e então diz:

[Almirante Besper]
– Abra a comunicação por holograma. Quero ver o rosto do infeliz.

Carth então vai para a parte mais recuada da ponte, onde os projetores holográficos se situavam, e esperava as imagens dos oficiais inimigos aparecerem para iniciar o diálogo.
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